Foto SinPRF-GO vai à justiça para evitar o envio de Policiais Rodoviários Federais para a Operação Égide

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Sindicato ajuizou Ação Civil Pública objetivando a manutenção do efetivo Policial no Estado.

A ação recebeu o nº 1001712-86.2018.4.01.3500 e tramita na 7ª Vara Federal da Cível da Seção Judiciária de Goiás.

O SinPRF-GO ingressou com ação civil pública para garantir a segurança pública no Estado de Goiás. O pedido tem origem principalmente no fato de que, todos os meses, são enviados 12 Policiais para participarem da Operação Égide, no Estado do Rio de Janeiro. Essa situação suscita riscos tanto ao trabalho a ser desenvolvido pela SRPRF-GO no auxílio da manutenção da segurança pública de Goiás, quando à segurança dos servidores que permanecem no Estado, vez que grande parte das Unidades Operacionais do Estado acabou tendo que operar com menos de 3 (três) PRFs por dia durante o segundo semestre de 2017.

Nesse sentido, a demanda alerta para a afronta a diversos direitos e princípios constitucionalmente garantidos, dentre eles o direito à segurança e aos princípios da razoabilidade e dignidade da pessoa humana, que são violados na medida em que a convocação dos Policiais Rodoviários Federais para a Operação Égide se dá sem o preparo adequado para atuar nestas ações e colocando em risco a segurança da população do Estado de Goiás.

Para o advogado Rudi Cassel (Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues), “mesmo que se reconheça a importância das operações prolongadas desenvolvidas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, estas não podem ocorrer às expensas da segurança daqueles cidadãos já assistidos pelo efetivo então convocado para a operacionalização das ações, uma vez que agindo desta forma o Estado acaba restringindo o acesso a direito constitucionalmente assegurado à população”.

A ação recebeu o nº 1001712-86.2018.4.01.3500 e tramita na 7ª Vara Federal da Cível da Seção Judiciária de Goiás.​

Foto Preterição em concurso público gera direito subjetivo à nomeação

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Processo nº 0072600-82.2013.4.01.3400

​Candidatos do concurso público destinado ao cargo de Técnico Legislativo – Processo Industrial Gráfico do Quadro de Pessoal do Senado Federal (Edital nº 3/2011) ajuizaram ação em face da União, tendo por escopo a declaração do seu direito dos autores à nomeação, posse e exercício no referido cargo, porquanto foram preteridos nas vagas que concorriam diante da contratação de ao menos 135 profissionais terceirizados. Também houve demonstração de existência de que 53 cargos vagos surgiram durante o prazo de validade do certame. Os autores ocupavam a 28ª, 29ª, 34ª, 35ª, 37ª, 39ª, 41ª e 42ª posições no concurso.

Após a interposição de recurso de apelação em face da sentença de improcedência, a 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, por maioria, reformou a sentença e julgou procedentes os pedidos para determinar à União a promoção da nomeação e posse dos autores no cargo público de Técnico Legislativo – Especialidade Processo Industrial Gráfico, do Senado Federal.

Conforme voto do relator, restou demonstrada, durante o período de vigência do certame, a existência de novas vagas e o interesse/necessidade da Administração de recursos humanos na área do cargo pretendido pelos autores, conforme sucessivas renovações de contratos de terceirização de serviços profissionais e auxiliares nas áreas de editoração eletrônica, impressão offset, acabamento, expedição, entre outras. Ainda, constatou que não haveria de se falar em incompatibilidade entre atribuições previstas para o cargo e as atividades desempenhadas pelos terceirizados, uma vez que a própria Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica, por meio de parecer acostado aos autos, comprovou a semelhança entre elas.

Para o advogado Rudi Cassel, da banca Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues Advogados, patrono da causa, “era evidente o direito subjetivo à nomeação dos candidatos, tendo em vista o entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal no RE 837.311, segundo o qual há convolação da mera expectativa de direito em direito subjetivo à nomeação quando comprovada a preterição injustificada por parte da Administração”.

O acórdão é suscetível de reforma mediante interposição de recurso pela parte contrária.

Processo nº 0072600-82.2013.4.01.3400

5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região

Foto Servidor do TRE tem direito a diárias “diferenciadas” por prestação de segurança e assessoramento

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Processo n° 0022480-28.2015.4.01.3800

​Recente sentença da 3ª Vara Federal de Belo Horizonte reconheceu o direito de servidor do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais a receber diárias “diferenciadas” por ter prestado segurança e assessoramento ao então presidente daquela Corte.

O autor da ação tivera seu pedido de pagamento das diárias indeferido na via administrativa, sob o fundamento de que não haveria comprovação de que o servidor teria realizado a segurança pessoal ou assessoramento do magistrado.

A sentença, contudo, atendeu ao pleito do servidor, arguindo que a União interpretou de forma restritiva a norma, eis que, comprovado o efetivo acompanhamento, por parte do servidor, do Presidente do Tribunal, por ordem da Administração, há direito ao recebimento da referida verba.

Segundo Rudi Meira Cassel, sócio do escritório patrono da causa (Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues Advogados), “ao deixar de indenizar o autor, conforme estipula o art. 12 da Resolução n° 23.323 do TSE, prevaleceu o enriquecimento sem causa da Administração, que se beneficiou do serviço prestado sem a devida contraprestação. ”

A União ainda pode recorrer.

Processo n° 0022480-28.2015.4.01.3800

3ª Vara Federal de Belo Horizonte

Foto Conversão do tempo especial em comum é tema de repercussão geral no STF

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Processo nº 1016647-77.2017.4.01.3400, em trâmite na 13ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal.

​O Sindicato Nacional dos Servidores do Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia Federal ingressou com ação coletiva objetivando a manutenção da contribuição previdenciária dos substituídos no percentual único de 11%, sem as alterações da Medida Provisória nº 805/2017.

Isso porque a Medida Provisória, dentre outras finalidades, estabeleceu o aumento da alíquota previdenciária para 14%, incidente sobre a parcela das remunerações que ultrapasse o teto de benefício do Regime Geral de Previdência Social. Em resumo: até o teto do RGPS o percentual descontado permanece de 11%, passando a 14% do excedente.

Na decisão, foi deferido o pedido liminar considerando-se que a matéria foi adequadamente avaliada pelo Supremo Tribunal Federal, nos autos da ADI nº 5809, que acolhendo pedido cautelar, suspendeu a eficácia dos artigos da MP que determinavam o aumento progressivo, por violação ao dispositivo constitucional tributário da isonomia.

A decisão atende à tese defendida pela assessoria Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues Advogados, que presta serviços jurídicos para o sindicato. Segundo o advogado Rudi Cassel, “ a Constituição da República não admite progressividade de contribuição previdenciária para servidores públicos, tratando-a como confisco remuneratório, por isso, no mérito da ação arguiu-se a inconstitucionalidade incidental da alíquota de 14% e sua nulidade”.

A liminar admite recurso da União.

Referência: Processo nº 1016647-77.2017.4.01.3400, em trâmite na 13ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal.

Foto Servidor federal garante o gozo de licença para acompanhar cônjuge com exercício provisório

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Proc. nº 1009628-20.2017.4.01.3400

​O direito a licença para acompanhar cônjuge com exercício provisório deverá ser concedido sempre que o servidor demonstrar que o seu cônjuge ou companheiro, também servidor público, foi deslocado para outro ponto do território nacional.

A administração ao analisar pedido de licença para acompanhar cônjuge com exercício provisório deverá observar somente o preenchimento dos requisitos legais, não cabendo realizar interpretações restritivas do direito e, nem mesmo, analises quanto a oportunidade e conveniência.

Certo de seu direito, servidor público solicitou a licença após sua esposa, empregada pública do Banco do Brasil, se deslocar para outro município por concurso interno. Entretanto, a administração negou seu direito por entender que a esposa do servidor não é servidora pública e, portanto, não há direito a licença.

Para garantir seu direito o servidor propôs Mandado de Segurança, patrocinado pelo escritório Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues advogados, alegando o preenchimento de todos os requisitos legais, bem como, demonstrando que o direito foi negado em virtude de interpretação restritiva da lei.

O termo servidor público compreende todos aqueles que mantém com o Poder Público relação de trabalho, natureza profissional e caráter não eventual, sob vínculo de dependência com a Administração Pública. O estatuto dos servidores federais utiliza denominação genérica, não podendo haver cerceamento do direito do Impetrante sem que haja qualquer previsão legal, este inclusive é o entendimento do Superior Tribunal de Justiça.

O juízo da 15ª Vara Federal, da Sessão Judiciário do Distrito Federal do TRF1 acatou os argumentos e concedeu a liminar para determinar que seja efetivada a licença para acompanhar cônjuge com exercício provisório na cidade para o qual sua esposa se deslocou.

Proc. nº 1009628-20.2017.4.01.3400

Foto Correios geram dano moral por criticar sindicalistas em publicação interna

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Empregador que alardeia informação falsa em boletim interno, em prejuízo da imagem do sindicato de trabalhadores, pratica conduta antissindical e provoca danos morais. Assim entendeu a 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), ao condenar os Correios a pagar R$ 3 mil a uma empregada que atua como dirigente sindical.

Segundo ela, a empresa publicou uma notícia com o propósito de enfraquecer a força do sindicato. ”Quem sofreu com o desconto dos dias parados na última greve foi você, trabalhador, e não o sindicalista, que agora volta a inflamar a categoria com discursos falsos”, registrou o veículo Primeira Hora, depois de paralisações em 2013.

A autora disse que o comentário é mentiroso, pois os dirigentes sindicais também tiveram descontos nos seus contracheques. Em contestação, a empresa estatal sustentou que o texto foi publicado seis meses após o término da greve e que não foi direcionado aos dirigentes sindicais, mas a todos os empregados, indistintamente.

A ré alegou ter procurado informar que o dirigente sindical, por estar com o contrato suspenso, não sofre as consequências do exercício do direito de greve, como os demais. Por isso, disse não ter ocorrido ofensa à honra, à imagem ou à vida privada, direitos de personalidade assegurados no artigo 5º da Constituição.

Sentença procedente

A juíza do trabalho substituta Sheila Engel, da 9ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, afirmou que o título do texto contraria o argumento de que não houve intenção dos Correios de atingir os dirigentes: ”A maioria dos trabalhadores aceita a proposta, enquanto a minoria de sindicalistas distorce termos da proposta e leva mentiras ao trabalhador”.

O conteúdo da publicação, prosseguiu a juíza, considera como irresponsável e inconsequente a atitude do sindicato em discutir acordo, cujo objetivo é ”lançar intriga, causar confusão e prejudicar a categoria, em nome de interesses ocultos”.

Para a julgadora, a empresa insuflou a categoria, de forma aberta, contra os representantes sindicais, o que configura conduta antissindical, em afronta ao direito fundamental da liberdade sindical, assegurado pelo artigo 8º da Constituição e também nas Convenções 98 e 135 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

”É evidente, portanto, que a atitude da reclamada, na forma como posta a notícia, permeada de afirmações quanto à falta de idoneidade do sindicato e de seus representantes, pretendia incutir nos colegas da autora sentimento de desconfiança quanto ao Sindicato e com relação aos dirigentes, sendo presumível o constrangimento causado à reclamante advindo de tal situação”, anotou na sentença.

O relator do recurso no TRT-4, juiz convocado Roberto Carvalho Zonta, disse que a publicação configura evidente tentativa de minimizar a atuação sindical e apresenta afirmação inverídica, pois o sindicato fez prova de que a dirigente reclamante sofreu desconto em seu salário por causa da greve. ”Logo, entendo que a conduta da reclamada afeta direito da personalidade da autora, na medida que tenta inibir o exercício de atividade sindical constitucionalmente assegurado.”

Clique aqui para ler a sentença.

Clique aqui para ler o acórdão.

0020272-30.2015.5.04.0009

Fonte

Foto Liminar restabelece imediatamente pensão especial de filha de servidor público

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Mandado de Segurança nº 35394

​Filha de servidor público tem benefício pensão por morte, concedido há mais de 35 anos, cancelado com fundamento no Acórdão nº 2.780/2016 do TCU. Tal acórdão aumentou as hipóteses de cancelamento da pensão de filhas de servidores públicos ao incluir a dependência econômica em relação ao instituidor, além das já previstas na Lei 3.373/1958 (casamento e posse em cargo público permanente).

A decisão do Supremo Tribunal Federal deferiu o pedido liminar, para suspender os efeitos do Acórdão nº 2.780/2016 e determinou o imediato restabelecimento do benefício de pensão especial. Segundo consta na decisão, se preenchidos todos os requisitos (estado civil e não ocupação de cargo público de caráter permanente) para a concessão do benefício, somente podem ser alteradas/cessadas se um dos requisitos for superado.

Para o patrono da causa, advogado Rudi Meira Cassel, do escritório Cassel Ruzarin Santos Rodrigues Advogados “a impetrante não pode ter sua pensão suspensa/cancelada, senão nas hipóteses previstas na lei que regia o ato de concessão de benefícios (casamento ou posse em cargo público permanente, parágrafo único do artigo 5º da Lei 3.373/58), no momento em que lhe foi concedida a pensão por morte, sob pena de violação literal à lei da época e ao direito adquirido”.

Mandado de Segurança nº 35394

Supremo Tribunal Federal

Foto SinpecPF ajuíza ação coletiva para assegurar a revisão remuneratória geral anual mínima de 1% devida à categoria

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O processo recebeu o número 1018553-05.2017.4.01.3400 e foi distribuído à 21ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal.

​O SinpecPF ingressou com ação coletiva para garantir à categoria a revisão remuneratória geral anual mínima de 1%, a partir da edição da Lei nº 10.697, de 2003, incidente no mês de janeiro de cada ano sobre todos os componentes remuneratórios.

A demanda decorre do inciso X do artigo 37 da Constituição, que assegura ao funcionalismo público revisão geral anual, sempre na mesma data e sem distinção de índices. Assim, a regra de 2003 não impôs limitação temporal à aplicação do índice de 1%, que deveria ocorrer periodicamente a partir de janeiro de 2003.

Segundo o advogado Rudi Cassel (Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues Advogados), “é evidente que, para a aplicação do percentual de 1% em janeiro de 2004 e nos anos seguintes, é desnecessária a edição de outra norma, pois a Lei 10.697 atende a todos os requisitos para a contínua revisão geral anual, vez que observou a iniciativa legislativa privativa, destina-se a todos os servidores públicos federais em mesmo período, tem índice linear de 1% e é a lei específica a que se referem o inciso X do artigo 37 da Constituição e a Lei 10.331, de 2001”.

A entidade esclareceu que o ajuizamento dessa demanda não prejudica as batalhas da categoria por uma posterior e necessária complementação para atender à totalidade da corrosão inflacionária acumulada no período, vez que é ínfimo o índice de 1% em face da das perdas inflacionárias sofridas pelos servidores ao longo desses anos.

O processo recebeu o número 1018553-05.2017.4.01.3400 e foi distribuído à 21ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal.

Foto Suspenso aumento da contribuição previdenciária prevista na MP 805/2017

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Processo nº 1016474-53.2017.4.01.3400

​Servidores públicos tiveram aumento na contribuição previdenciária para 14%, com a Medida Provisória nº 805/2017, a partir de fevereiro de 2018. Tal Medida Provisória aumentou progressivamente a contribuição previdenciária dos servidores públicos de 11% para 14%.

A decisão da 13ª Vara Federal do Distrito Federal deferiu o pedido de tutela de urgência para manter a contribuição previdenciária dos servidores públicos federais no percentual único de 11%, nos termos da Lei 10.887/2004, sem as alterações da Medida Provisória nº 805/2017. Segundo consta na decisão, não há embasamento constitucional que permita a cobrança de alíquotas progressivas da contribuição previdenciária a cargo dos servidores públicos.

Para o patrono da causa, o advogado Marcos Joel dos Santos, do escritório Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues Advogados, “objetivo liminar é apenas evitar um desconto inconstitucional nos contracheques de servidores ativos, aposentados e pensionistas do RPPS, vinculados à categoria substituída pelo autor.”

Processo nº 1016474-53.2017.4.01.3400

13ª Vara Federal do Distrito Federal

Foto Servidora com câncer tem reconhecido direito à isenção de imposto de renda

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Processo nº 0113576-06.2017.4.02.5101

​A servidora aposentada e portadora de moléstia grave que se inclui na relação legal de exclusão dos proventos da base de cálculo da incidência de imposto de renda, requereu, perante a fonte pagadora, a isenção do imposto. Contudo, o pedido foi negado após a realização de perícia médica, sob o fundamento de que não era mais portadora da doença.

Na sentença, a 16ª Vara Federal do Rio de Janeiro julgou procedente o pedido da servidora, condenando a União se abster de exigir o recolhimento de Imposto de Renda incidentes sobre a sua aposentadoria e devendo restituir os valores já recolhidos, desde abril de 2013. Segundo consta na sentença, a servidora logrou êxito em comprovar, mediante os exames, laudos e relatórios médicos que preenche os requisitos legais para a concessão do benefício (portadora de neoplasia maligna).

Para a advogada da causa, Dra. Aracéli Alves Rodrigues, do escritório Cassel Ruzzarin Santos Rodrigues Advogados, “é incontroverso que a Autora teve diagnóstico de neoplasia maligna da mama (CID-10: C50.9), razão pela qual tem o direito de isenção de imposto de renda, visto a gravidade da doença, que exige manutenção de tratamento, além de exigir acompanhamento médico constante”.

A decisão é passível de recurso.

16ª Vara Federal do Rio de Janeiro

Processo nº 0113576-06.2017.4.02.5101